Princesas

Sobrevivendo no inferno: o relato de presos que não pertenciam a facções

A maioria das críticas fala sobre o roteiro péssimo ou as atuações sofríveis. Tudo verdade. Mas temos de dar o braço a torcer, uma cena —e apenas uma, deixemos claro— tem um lapso de lucidez. Mas tem muita gente querendo isso. Brasileiros inclusive.

Meninas em 943295

Maratonistas sexuais

Ele achou que seria apenas um reunião casual. Acabou em suruba. Ela o apresentou a uma galera que curtia fazer um rolê regado a drogas. Todos bissexuais — ou, pelo menos, abertos a isso. Curtiam a noite em um bar, até a horário de ir para o apartamento de um deles. O aquecimento para a orgia começou com maconha.

Fotos de buceta da mulher pelada de 18 anos

Consciência e malandragem ajudam, mas o mestre é dinheiro. Em suas experiências, eles afirmam que as facções nos presídios impactam o bem-estar de outros detentos. Nas histórias a seguir, os ex-detentos, que tiveram seus nomes trocados para garantir o sigilo da fonte, revelam sem meias palavras a intimidade e os bastidores do que viveram dentro da cadeia. Dei um passo pra frente. Tu fecha com quem?

Todos curtem

E nem sempre se tratava de violência física, mas havia a patrimonial, a psicológica… Em paralelo, temos visto cada vez mais casos de feminicídio. Isso foi me incomodando, porque acredito que elas têm plenas condições de se proteger e de escolher uma viver diferente. Esse livro é um atentamente para elas entenderem como funcionam os abusos, mas também é para os homens. Quem abusa precisa de amparo. Ninguém chega dando tapa na cariz da namorada. Até porque, se fizer isso, ela vai cair fora. A mulher passa a ser cerceada.

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